quarta-feira, 25 de março de 2026

Golpe de Mestre

Golpe de Mestre
O filme Golpe de Mestre (The Sting) foi lançado em 25 de dezembro de 1973, dirigido por George Roy Hill e estrelado por Paul Newman, Robert Redford, Robert Shaw, Charles Durning, Ray Walston e Eileen Brennan. Ambientado durante a Grande Depressão nos Estados Unidos, o filme acompanha a história de Johnny Hooker, um jovem vigarista que, após o assassinato de seu parceiro por um poderoso chefão do crime, decide se vingar. Para isso, ele se une ao experiente golpista Henry Gondorff, formando uma dupla que planeja um elaborado esquema para enganar o criminoso Doyle Lonnegan. O plano envolve uma série de truques complexos, identidades falsas e encenações cuidadosamente coreografadas. À medida que o golpe se desenvolve, o espectador é conduzido por uma trama cheia de reviravoltas e surpresas. O filme mistura humor, suspense e drama com grande habilidade narrativa. A ambientação de época, inspirada nos anos 1930, contribui para o charme da produção. Assim, Golpe de Mestre se destaca como uma história inteligente sobre engano, vingança e estratégia.

Quando foi lançado, Golpe de Mestre recebeu uma recepção crítica amplamente positiva, sendo rapidamente reconhecido como uma das grandes produções do cinema americano da década de 1970. O jornal The New York Times elogiou o filme por sua narrativa engenhosa e afirmou que ele era “um entretenimento elegante e perfeitamente estruturado, que prende o espectador do início ao fim”. Já o Los Angeles Times destacou a química entre Paul Newman e Robert Redford, descrevendo a dupla como “uma das parcerias mais carismáticas e eficazes do cinema”. A revista Variety ressaltou o equilíbrio entre humor e suspense, afirmando que o filme “é um exemplo brilhante de como um roteiro inteligente pode elevar uma história de crime a um nível superior”. Muitos críticos também elogiaram o ritmo da narrativa e a forma como o roteiro mantém o público constantemente intrigado. A direção de George Roy Hill foi considerada precisa e elegante. A crítica, de maneira geral, destacou o filme como um grande entretenimento aliado a uma execução sofisticada. Dessa forma, o longa rapidamente conquistou prestígio entre críticos e espectadores.

A recepção crítica continuou extremamente favorável, consolidando o filme como um dos destaques daquele ano. A revista The New Yorker comentou que o longa era “uma peça de engenharia narrativa quase perfeita”, destacando a complexidade do golpe apresentado na trama. Além disso, o filme teve grande reconhecimento em premiações importantes. Golpe de Mestre foi indicado a 10 Oscars e venceu 7, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor para George Roy Hill e Melhor Roteiro Original para David S. Ward. Também venceu nas categorias de direção de arte, figurino, edição e trilha sonora, esta última baseada nas composições de Scott Joplin. O sucesso nas premiações reforçou a reputação do filme como uma das grandes produções de sua época. Muitos críticos destacaram a habilidade do roteiro em enganar o público da mesma forma que os personagens enganam suas vítimas. A construção do suspense foi amplamente elogiada. Assim, o filme não apenas conquistou o público, mas também se tornou um marco na história do cinema.

Do ponto de vista comercial, Golpe de Mestre foi um enorme sucesso de bilheteria. Com um orçamento relativamente modesto de cerca de 5,5 milhões de dólares, o filme arrecadou mais de 150 milhões de dólares mundialmente, tornando-se uma das maiores bilheterias de 1973. Nos Estados Unidos, o longa liderou as bilheterias e permaneceu em cartaz por um longo período. O público respondeu de forma extremamente positiva à mistura de humor, inteligência e suspense. A química entre Newman e Redford foi um dos fatores principais para atrair espectadores. Além disso, o boca a boca contribuiu significativamente para o sucesso contínuo do filme. Muitos espectadores voltaram aos cinemas para assistir novamente, tentando captar todos os detalhes do elaborado golpe. O filme também teve grande sucesso em exibições televisivas posteriores. Assim, Golpe de Mestre não apenas conquistou a crítica, mas também se tornou um fenômeno comercial. Seu sucesso consolidou a dupla de protagonistas como uma das mais populares do cinema.

Com o passar dos anos, Golpe de Mestre passou a ser considerado um verdadeiro clássico do cinema. A obra é frequentemente lembrada como um dos melhores filmes sobre golpes e vigaristas já produzidos. Sua estrutura narrativa influenciou diversas produções posteriores que exploram histórias de enganação e reviravoltas. A trilha sonora baseada no ragtime de Scott Joplin ajudou a criar uma identidade única para o filme, sendo reconhecida instantaneamente até hoje. A parceria entre Paul Newman e Robert Redford continua sendo celebrada como uma das mais icônicas da história do cinema. O filme também é frequentemente incluído em listas dos melhores filmes da década de 1970. Críticos contemporâneos ainda elogiam sua elegância e inteligência narrativa. Mesmo décadas após seu lançamento, o longa mantém sua capacidade de surpreender novos espectadores. Dessa forma, Golpe de Mestre permanece relevante e admirado. Sua reputação como clássico é amplamente consolidada.

Golpe de Mestre (The Sting, Estados Unidos, 1973) Direção: George Roy Hill / Roteiro: David S. Ward / Elenco: Paul Newman, Robert Redford, Robert Shaw, Charles Durning, Ray Walston e Eileen Brennan / Sinopse: Durante a Grande Depressão, dois golpistas elaboram um plano sofisticado para enganar um poderoso chefão do crime, utilizando truques, disfarces e uma elaborada encenação para executar uma vingança cuidadosamente planejada.

Erick Steve. 

domingo, 22 de março de 2026

O Candidato

Título no Brasil: O Candidato 
Título Original: The Candidate
Ano de Lançamento: 1972
País: Estados Unidos
Estúdio: Warner Bros.
Direção: Michael Ritchie
Roteiro: Jeremy Larner
Elenco: Robert Redford, Peter Boyle, Melvyn Douglas, Don Porter, Allen Garfield, Karen Carlson

Sinopse:
Bill McKay é um jovem advogado idealista, filho de um ex-governador influente, que é convidado a concorrer ao Senado dos Estados Unidos contra um candidato veterano praticamente imbatível. Sem chances reais de vitória, McKay aceita a proposta com a condição de poder falar livremente sobre suas ideias e valores. No entanto, à medida que a campanha avança e sua popularidade cresce, ele passa a ser moldado pelos estrategistas políticos, que o incentivam a suavizar suas posições e adaptar seu discurso para conquistar eleitores. O filme acompanha essa transformação gradual, mostrando o conflito entre integridade pessoal e ambição política.

Comentários:
No lançamento em 1972, The Candidate foi amplamente elogiado pela crítica. O jornal The New York Times destacou a relevância do filme ao retratar os bastidores das campanhas eleitorais americanas, enquanto a revista Variety elogiou o desempenho de Robert Redford e o realismo do roteiro. O filme conquistou o Oscar de Melhor Roteiro Original para Jeremy Larner, reforçando seu impacto no cinema político da época. Comercialmente, teve um bom desempenho e consolidou Robert Redford como uma das grandes estrelas de Hollywood nos anos 1970. Ao longo do tempo, O Candidato tornou-se um clássico do cinema político, frequentemente citado por sua crítica à superficialidade das campanhas eleitorais e à influência da mídia na construção de candidatos. Hoje, o filme permanece atual, sendo lembrado como uma obra perspicaz e relevante sobre o funcionamento da política moderna.

Erick Steve. 

sábado, 14 de março de 2026

O Morro dos Ventos Uivantes

Título no Brasil: O Morro dos Ventos Uivantes
Título Original: Wuthering Heights (2026)
Ano de Lançamento: 2026
País: Reino Unido, Estados Unidos
Estúdio: Warner Bros.
Direção: Emerald Fennell
Roteiro: Emerald Fennell
Elenco: Margot Robbie, Jacob Elordi, Hong Chau, Alison Oliver, Shazad Latif, Owen Cooper

Sinopse:
Baseado no clássico romance de Emily Brontë, o filme acompanha a intensa e trágica história de amor entre Heathcliff e Catherine Earnshaw, ambientada nas paisagens selvagens e ventosas da região de Yorkshire, na Inglaterra. Heathcliff é um jovem órfão adotado pela família Earnshaw e cresce ao lado de Catherine, com quem desenvolve uma ligação profunda e apaixonada. No entanto, diferenças sociais, orgulho e escolhas impulsivas acabam separando os dois. Catherine decide casar-se com o rico Edgar Linton, enquanto Heathcliff desaparece por anos e retorna posteriormente como um homem misterioso e determinado a se vingar daqueles que considera responsáveis por seu sofrimento. A narrativa mistura romance, tragédia e obsessão, acompanhando os efeitos destrutivos do amor não correspondido e da vingança ao longo de gerações.

Comentários:
A nova adaptação de O Morro dos Ventos Uivantes chamou grande atenção antes mesmo de seu lançamento por reunir a diretora Emerald Fennell — vencedora do Oscar pelo roteiro de Promising Young Woman — com um elenco liderado por Margot Robbie e Jacob Elordi. Veículos como The Guardian e Variety destacaram a expectativa em torno da abordagem da diretora, conhecida por seu estilo visual marcante e por reinterpretar histórias clássicas sob uma perspectiva moderna e provocativa. Entre o público, a produção gerou enorme curiosidade, especialmente entre admiradores do romance original e fãs dos protagonistas. A obra literária de Emily Brontë já havia sido adaptada várias vezes para o cinema, incluindo a célebre versão de Wuthering Heights (1939), mas esta nova versão promete enfatizar o aspecto mais sombrio e psicológico da história. Hoje, mesmo sendo uma produção recente, o filme já é visto como uma das adaptações literárias mais aguardadas da década de 2020, e pode renovar o interesse do público contemporâneo por um dos romances mais famosos da literatura inglesa

Erick Steve. 

quarta-feira, 11 de março de 2026

Jardins de Pedra

Jardins de Pedra   
Depois do fim da Guerra do Vietnã os americanos procuraram exorcizar os traumas desse que foi seguramente o conflito mais desastroso de sua história recente. Assim o cinema acabou cumprindo de certa maneira essa função, usando a obra cinematográfica como terapia coletiva do desastre daquela nação. Muitos filmes foram realizados tendo como tema central o Vietnã, principalmente na década de 1980, período em que as melhores produções sobre o assunto foram realizadas. Em "Jardins de Pedra" o aclamado diretor Francis Ford Coppola procurou mudar o ponto de vista, o foco sobre o tema. Ao invés de mostrar o drama dos militares americanos no meio das selvas do sudeste asiático ele optou por mostrar o outro lado da guerra, a dos corpos de jovens americanos sendo enviados de volta para casa, para serem sepultados em cemitérios militares, com toda a pompa e cerimônia a que tinham direito. Esse é o enfoque desse roteiro que sempre considerei um dos mais criativos e reveladores sobre o conflito que ceifou muitas vidas, todas elas em vão, lamento dizer. Coppola, com muita sensibilidade, captou muito bem esse aspecto pouco visto e pouco lembrado de uma matança em grande escala como aquela.

Assim desfilam pela tela todos os dramas das famílias, dos entes queridos e também dos encarregados desses enterros. Afinal  imagine ter que trabalhar eternamente em luto, enterrando dezenas de seus companheiros de armas todos os dias, sem trégua ou descanso. É um excelente filme, mas não ousaria dizer que é uma obra fácil, para todos os gostos. Talvez por isso tenha fracassado comercialmente em seu lançamento. Para o público americano já era complicado lidar com a derrota americana no Vietnã, agora entenda como era bem pior ter que assistir o enterro dos seus soldados. É de fato um filme para um tipo de espectador mais refinado, específico. Sua grande lição é a de que em uma guerra estatísticas não podem ser encaradas como mera matemática, mas sim com humanidade, pois todos aqueles números representam na verdade pessoas que perderam suas vidas em combate.  

Jardins de Pedra (Gardens of Stone, Estados Unidos, 1987) Direção: Francis Ford Coppola / Roteiro: Nicholas Proffitt, Ronald Bass / Elenco: James Caan, Anjelica Huston, James Earl Jones, Dean Stockwell, Mary Stuart Masterson / Sinopse: O filme "Jardins de Pedra" conta a dura realidade de um grupo de militares norte-americanos durante a guerra do Vietnã. Eles tinham a função de enterrar os colegas mortos no campo de batalha.

Pablo Aluísio.

sábado, 7 de março de 2026

Um Dia de Cão

Título no Brasil: Um Dia de Cão
Título Original: Dog Day Afternoon
Ano de Lançamento: 1975
País: Estados Unidos
Estúdio: Warner Bros.
Direção: Sidney Lumet
Roteiro: Frank Pierson, P. F. Kluge
Elenco: Al Pacino, John Cazale, Charles Durning, Chris Sarandon, Penelope Allen, Carol Kane

Sinopse:
Baseado em fatos reais ocorridos em Nova York em 1972, o filme acompanha Sonny Wortzik, um homem desesperado que decide assaltar um banco no Brooklyn ao lado de seu amigo Sal. O que deveria ser um roubo rápido se transforma em um longo e tenso cerco policial quando tudo começa a dar errado. Cercados pela polícia, pela mídia e por uma multidão de curiosos, Sonny tenta negociar a saída enquanto a situação se torna cada vez mais caótica e imprevisível. Durante as horas de impasse, a história revela motivações pessoais complexas por trás do crime, incluindo o desejo de Sonny de ajudar financeiramente seu parceiro sentimental. O filme mistura suspense, drama e crítica social ao retratar a tensão entre criminosos, autoridades e a opinião pública.

Comentários:
O filme foi amplamente elogiado pela crítica na época de seu lançamento. O jornal The New York Times, por exemplo, destacou a direção precisa de Sidney Lumet e a atuação intensa de Al Pacino, considerada uma das melhores de sua carreira. A revista Variety também elogiou o roteiro e o tom realista da narrativa, ressaltando a forma como o filme retrata a mídia, a polícia e a sociedade urbana da década de 1970. Chris Sarandon recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, enquanto Frank Pierson venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original. Entre o público, o filme também foi um sucesso comercial, arrecadando várias vezes seu orçamento e consolidando ainda mais o prestígio de Pacino após seu trabalho em grandes produções da década. Com o passar dos anos, Um Dia de Cão passou a ser considerado um clássico do cinema americano dos anos 1970, frequentemente citado como um dos melhores filmes de assalto já feitos. Seu estilo realista, suas atuações memoráveis e sua abordagem de temas sociais — incluindo mídia sensacionalista e questões de identidade — fazem com que o filme continue sendo estudado, revisto e celebrado como uma obra fundamental da chamada “Nova Hollywood”

Pablo Aluísio. 

quarta-feira, 4 de março de 2026

1900

Título no Brasil: 1900
Título Original: Novecento
Ano de Lançamento: 1976
País: Itália, França
Estúdio: Artemis Films
Direção: Bernardo Bertolucci
Roteiro: Giuseppe Bertolucci, Bernardo Bertolucci
Elenco: Robert De Niro, Gérard Depardieu, Dominique Sanda, Paolo Nicole, Francesco Napoli

Sinopse:
O filme conta a história de dois amigos de infância que vivem na virada do século XIX para o século XX. É um momento de intensa vida política em seu país e eles acabam, com o passar dos anos, ficando em lados opostos dessa visão política da vida. Na luta de classes do começo do século eles acabam em lados opostos, lutando um contra o outro. 

Comentários:
Eu me recordo quando esse filme foi lançado no Brasil em VHS pelo selo CIC nos anos 80. Foi um lançamento badalado porque, apesar de ser um filme antigo, dos anos 70, a crítica se debruçou em elogios e mais elogios. De certa forma foi um dos picos do cinema italiano, que se sentia forte o suficiente para contratar atores de Hollywood, gastando milhões em uma produção requintada. Apesar de tudo isso a favor nunca consegui gostar muito desse filme. Ele tem uma duração excessiva, excesso também de personagens, muitos secundários que entram e somem dentro da história, que muitas vezes é mal conduzida. Além disso o teor da mensagem do roteiro é claramente socialista e muitas vezes o filme se torna panfleto de propaganda da ideologia de esquerda. Enfim, nunca ficou entre os meus filmes preferidos nem do Bernardo Bertolucci e nem muito menos do Robert De Niro. Ao longo de suas carreiras eles fizeram coisa bem melhor. 

Pablo Aluísio.

sábado, 28 de fevereiro de 2026

As Minas do Rei Salomão

Jesse Huston (Sharon Stone) é uma estudante de arqueologia que resolve contratar o aventureiro Allan Quatermain (Richard Chamberlain) para localizar o paradeiro de seu pai que desapareceu misteriosamente após revelar que havia conseguido finalmente o mapa que levaria para as famosas minas do Rei Salomão. Vivendo mil e uma aventuras o casal adentra nas regiões mais remotas da África selvagem para tentar achar o famoso tesouro do mitológico rei bíblico. “As Minas do Rei Salomão” é uma aventura oitentista que procura seguir os passos da franquia de sucesso “Indiana Jones”. Produzido pelo estúdio Cannon Group o filme tenta em vão capturar o charme das produções de Steven Spielberg e George Lucas. O personagem Allan Quatermain vem da literatura, é obviamente mais antigo do que Indiana Jones, mas pouco ou quase nada se encontra do Quatermain original dos livros aqui. Na realidade ele deixa de ter uma personalidade própria para se tornar um mero Indiana Jones genérico.

Sharon Stone tem sua primeira grande chance de aparecer em um filme no cinema. Antes disso ela só tinha experiência com séries e telefilmes. Seu papel não é grande coisa (nenhum papel do filme é minimamente profundo para dizer a verdade), mas vale como curiosidade. Richard Chamberlain que vinha do sucesso de TV Shogun também tenta virar um astro de filmes de aventura mas não deu muito certo. O grande problema de “As Minas do Rei Salomão” é que seu roteiro não desenvolve nenhum personagem, se limitando a colocar todos em uma sucessão de cenas de ação em trens em movimento, aviões caindo, fugindo de tribos canibais, etc. Tudo bem vazio e derivativo. Os efeitos obviamente envelheceram muito (numa era pré-digital tudo era feito com maquetes e marionetes, inclusive com uma nada verídica aranha gigante em cena). Como fez um relativo sucesso acabou ganhando uma continuação um ano depois, “Allan Quatermain e a Cidade do Ouro Perdido”, com a mesma dupla central. Depois de alguns anos Allan Quatermain voltaria às telas sendo interpretado dessa vez por Sean Connery em “A Liga Extraordinária” mas essa é uma outra história...

As Minas do Rei Salomão (King Solomon's Mines, Estados Unidos, 1985) Direção: J. Lee Thompson / Roteiro:  Gene Quintano baseado na novela de H. Rider Haggard / Elenco: Richard Chamberlain, Sharon Stone, Herbert Lom / Sinopse: Jesse Huston (Sharon Stone) é uma estudante de arqueologia que resolve contratar o aventureiro Allan Quatermain (Richard Chamberlain) para localizar o paradeiro de seu pai que desapareceu misteriosamente após revelar que havia conseguido finalmente o mapa que levaria para as famosas minas do Rei Salomão.

Pablo Aluísio.